quinta-feira, 19 de abril de 2018

Não sou só o que a sociedade acha que sou



Não sou só um corpo que fala
Sou, a princípio, uma alma,
que vive em um corpo, que fala.
Que veste sentimentos
Que vivencia ideias descomuns ao
que a sociedade impõe como normal,
que vai além do padrão.


Não sou um número na sociedade
Sou alguém que tem Opinião
dentro de inúmeros habitantes
em uma sociedade que, por vezes, é vazia.
Cheia de solidão.

Não sou apenas uma máquina que trabalha.
Sou um ser com capacidade da linguagem.
que tem racionalidade e pode pensar, usando a 
inteligência para qualquer ação
em um ambiente que requer paciência e concisão.

Não sou um ser material. Sou um ser imaterial, que habita
um reino material, e que convive com matéria e espírito.

Tudo isso está na consciência. 
A felicidade não é deste mundo.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

E as ideias quando vem...



E toda vez que penso nele
a ânsia volta,
o nervosismo me assombra.
Eu aprendi a amar,
mas não aprendi a me prender.

Parece que vivo dualmente,
como sempre imaginei,
os beijos de uma noite quente
um momento de doces risadas
Me tiram do sério agora.
E o que mais estou fadada?


Não posso evitar o que parece ser o certo
Não sou do tipo que me chateio fácil
tem que ter motivo moral.
Pois, quem me conhece sabe que 
desprezo futilidade.
E a verdade, é...
Para que o fútil? 


Navego em mares de pensamentos
tão profundos quanto o oceoano
tem que coisas que
não sei por que existe.
Embora eu reflita demais
Sobre as coisas e as pessoas que eu amo.
Há uma lista de coisas a fazer.

Eu já não sou a mesma.
Sou aquela que um dia fui eu
em outrora um passado de breu
e agora eu sendo um eu distante
quem sou eu?
Pergunto a mim mesma,
Nenhum livro de psicologia me respondeu até hoje.
E continuo nessa incógnita


Então, comecei um novo livro
Essa obra é especial,
vai ter muito de mim lá,
e muita imaginação também.
Meu abrigo de ideias é grande,
agora tomei coragem
Vou expurgar tudo...
tem que coisas que precisam ser contadas.



domingo, 7 de janeiro de 2018

Novum


O que satisfaz a alma?

Uns goles
De tudo o que é bom?
A vida
Um enigma.
No assoalho do chão, agora, alguém chora.
Nas paredes de uma cobertura de luxo, alguém chora.
Não importa onde estamos.
As dores não são diferentes em lugar algum.

Por vezes, nos agarramos às expectativas da vida
sem focar nas perspectivas. 
E então, as lágrimas nos visitam de vez em quando.
Tudo o que é bom passa a ser condenado,
o lugar nunca é o certo.
O que queremos sempre é o certo.
E o que precisamos?
Não sabemos,
porque na maioria do tempo,
estamos ocupados controlando tudo.


A vida não devia ser controlada.